11.11.2009

Ressonância Magnética de mama (MRI)

Até hoje se divulga de alta resolução, simples e até digital como meios de descobrir precocemente o câncer de mama, combinado ou não, com ultrassonografia mamaria; em alguns países, a primeira aos 35 anos de idade e depois anual a partir dos 40 anos de idade, em outros continentes, anual a partir dos 40 ou 50 anos de idade.

O que não é aceitável, chegando a ser folclório, a divulgação do auto exame de mamas como método de saúde publica para diagnóstico precoce; pois bem, de vez em quando no Brasil, isto ocorre o que é absurdo, injusto e inadequado. Para vocês terem uma idéia sobre o tema, nem todos os nódulos na mama, palpáveis são câncer, ao contrário, quase sempre, benignos, displasia, cistos, mas quando palpável, 2cm, por exemplo, e se é câncer, ele já estará aí há mais ou menos, entre cinco a dez anos, por isso o auto exame de não serve.

Nos países mais desenvolvidos do mundo, por exemplo, a região nórtica da Europa o que se faz para o diagnóstico precoce de câncer mamário é a ressonância magnética de mamas, a grande vantagem é a qualidade  da imagem, a não compressão desconfortável, mas o custo é alto.

Quem deve obrigatóriamente fazer MRI de mamas são as mulheres quem têm prótese mamária e as que tem mamas densas, mesmo com mais de 40 anos de idade, algumas pacientes com mamas densas, como se fosse mais jovens, ou como se estivessem em uso de terapia de reposição hormonal, por exemplo, como tibolona oral., algum outro, injetável ou gel.

O ideal é a combinação com ultrassonografia e de todas as forma a imagem MRI é apurada e esclarecedora para o radiologista.

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